Guia de decisão
Quando não usar IA: cinco sinais para escolher uma solução mais simples
Um guia para distinguir falhas de processo, regras simples e casos em que a IA acrescenta risco ou custo desnecessário.
A melhor decisão de IA pode ser não a usar. Um processo confuso fica mais difícil de auditar quando se acrescenta uma camada probabilística por cima.
1. O processo ainda muda todos os dias
Se ninguém consegue explicar entradas, decisões e exceções, começa-se por mapear o trabalho. Um piloto automatizado numa rotina instável cria versões paralelas e dúvidas sobre quem é responsável.
2. Regras bastam
Copiar campos entre sistemas, criar alertas por prazo ou atualizar um estado fixo normalmente dispensa IA. Uma integração ou regra explícita é mais fácil de testar e de corrigir.
3. O erro é caro ou irreversível
Decisões legais, financeiras, de saúde ou comunicações sensíveis exigem limites fortes. IA pode ajudar a preparar informação, mas aprovação e responsabilidade devem ficar com pessoas competentes.
4. Não há dados fiáveis nem revisão
Uma resposta plausível não corrige informação desatualizada. Antes de usar IA sobre documentos, é necessário saber quais são fontes válidas, quem as atualiza e como contestar uma saída.
5. Não há hipótese de valor
Se a tarefa é rara e rápida, configurar, testar e manter uma solução pode custar mais do que executá-la. Compare frequência, tempo poupado, falhas e esforço de supervisão antes de investir.
Perguntas frequentes
O que convém esclarecer
Quando vale testar IA?
Quando interpretar informação é parte relevante do trabalho, há dados e critérios de qualidade, e o piloto pode ser revisto e interrompido.
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Próximo passo
Vamos começar pelo problema real?
Partilhe o contexto, o que já tentou e a decisão que precisa de tomar. O próximo passo é perceber se há um âmbito útil de trabalho.
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